Resenha | Mad Max: Fury Roar

Mad Max – Fury Road (Mad Max – A Estrada da Fúria)

Nota: 10.0

Pra começar, que filme insanamente perfeito. “Mad Max – A Estrada da Fúria” é o mais novo blockbuster de George Mille. O reboot/remake/continuação da clássica trilogia de “Mad Max”, a mais nova obra prima de Miller que trás um elenco espetacular, é muito inteligente, sagas e com o mínimo de erros. O longa traz Tom Hardy como  Max, um cara totalmente fora de si, que vê coisas em sua frente que não existe, totalmente desnorteado de tudo, um maluco por assim dizer, que mesmo, meio que virando coadjuvante no filme, da seu grande show de atuação, o cara tem uma expressão fácil e corporal indescritível que te faz esquecer qualquer personagem que ela já tenha feito. Outra que nunca decepciona é a Charlize Theron que interpreta a Imperatriz Furiosa. Da uma pena ver a Theron de cabelos raspado e sem um braço, mais tudo isso por uma boa causa. A personagem de Theron é o foco de todo filme, e com a atuação impecável, não tem como não tirar os olhos de cima dela o tempo inteiro.

Mad Max 4

E claro, não podemos deixar de falar do ator britânico Nicholas Hoult, que pela primeira vez, em todo seu trabalho, eu realmente o vi atuando, e como o maravilhosos personagem Nux. O cara da um show a parte de loucura e insanidade, e você sente cada sentimento mostrado pelo seu personagem. Ele consegue mudar sua personalidade em cada cena, e te faz as vezes te deixar em duvida se sua lealdade é real ou não.

Mad Max 3

Entrando nesse novo mundo, onde vemos a natureza humana e o desespero pela não extinção são expostos à flor da pele. De acordo com a trama, a terra estava estéril. Brigas diárias por petróleo, água ou qualquer tipo de riqueza que nosso planeta possui eram constantes. Essa personificação do desespero que vivia a população é o reflexo das atitudes impiedosas do personagem mais sinistro que já vi, Immortan Joe (atuação impactante do ator indiano Hugh Keays-Byrne).

Mad Max 2

Hugh Keays-Byrne não precisou fazer muito para ser o vilão mais foda desse, seu personagem fala pouco, mas transmite tanta monstruosidade, que tu fica até com repulsa de olhar para ele. Com aquela meia mascara medonha, com uns tudo saindo da boca, bastava ele mudar a expressão do olhar que você se cada todo.

Mad Max 1

E por fim, com tanta ação durante os 120 minutos do longa, o publico sai desnorteado. Os nossos olhos observam tanta informação, que parece que estamos mesmo dentro daquele mundo, daquele deserto, tudo culpa do maravilhoso roteiro assinado por George Miller, Brendan McCarthy e Nick Lathouris. O 3D do longa, não decepciona nem um pouco, esse um dos motivos, que te faz sentir dentro do filme. O longa te faz pensar na vida. Na existência da raça humana, que por sinal, não esta tão difícil de ser extinta.

Mad Max 10

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Sobre Will Alvez

Vida Cinematografica

Publicado em maio 14, 2015, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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